Em agenda no Espírito Santo, presidente do CFQ encontra reitor da UFES e discute sustentabilidade e o Profissional da Química

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Em uma visita que, entre outros assuntos, debateu a importância do papel dos profissionais da Química no enfrentamento dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, o presidente do Conselho Federal de Química (CFQ), José de Ribamar Oliveira Filho, esteve reunido com o reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Eustáquio de Castro, ao cumprir agendas no Estado capixaba.

Na sede da universidade, Castro falou da importância da visita do presidente do CFQ a Vitória e mencionou a presença de docentes da UFES no próprio Sistema CFQ/CRQs.

“Hoje nós temos um Conselho Regional de Química, que o professor Valdemar Lacerda Júnior (pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação e atualmente conselheiro federal de Química) é um dos fundadores”.

Sobre a questão ambiental, o reitor fez referência às questões ambientais e o papel da Química nesse processo.

“E a Química tem um papel fundamental nesse processo todo relacionado às questões ambientais. Não só nós como químicos, mas também a Universidade Federal do Espírito Santo, que sempre vem agindo de forma proativa com seus projetos relacionados à parte do meio ambiente e agora, mais recentemente, às questões que envolvem eventos climáticos. A Química tem sido muito proativa nesse sentido e é um prazer muito grande receber o doutor José de Ribamar e o doutor Alexandre Vaz Castro (presidente do Conselho Regional de Química da 21ª Região (CRQ XXI – Espírito Santo). A universidade agradece a visita de todos”, concluiu.

Oliveira Filho, por sua vez, destacou que a visita ao Espírito Santo foi compensadora e está alinhada com a filosofia do Sistema CFQ/CRQs, de cada vez mais estar próximo dos Profissionais da Química e da academia nos diferentes Estados.

“Foi uma visita fantástica. Para mim, o ‘xis’ da questão para tudo é a integração. Sem integração, nós não conseguimos nada. Por isso que eu luto pela concentração das convergências e diluição das divergências, sempre. Aqui (na UFES) está a inteligência. E a inteligência tem de ser disseminada em prol da sustentabilidade. Nós temos que nos unir para esse bem comum que hoje é central para a humanidade. Sem isso, não há sobrevivência”, concluiu o presidente do CFQ.