Ao Metrópoles, presidente do CRQ 19ª Região (PB) alerta para os riscos de substâncias injetáveis aplicadas fora de clínicas

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A morte de uma professora de 50 anos após receber uma aplicação injetável para queda de cabelo em um salão de beleza no Distrito Federal acendeu um alerta nacional sobre a realização de procedimentos invasivos fora de ambientes de saúde apropriados. O caso, sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), levantou questionamentos da sociedade sobre a segurança de produtos estéticos e os perigos de choque anafilático. Para esclarecer o tema sob a ótica técnica e científica da Química, o portal de notícias Metrópoles consultou a presidente do Conselho Regional de Química da 19ª Região (CRQ- PB), Raquel Lima. 

Na reportagem veiculada pela editoria de Saúde, a especialista destacou que a segurança de um produto injetável não depende unicamente do seu princípio ativo declarado, mas sim de toda a sua composição química e das condições biológicas de administração: “O problema não está apenas no princípio ativo. A formulação inclui conservantes, estabilizantes, proteínas e outros componentes que também podem desencadear reações”, pontuou Raquel Lima. 

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