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Entretenimento e lazer como modelo de negócio

O êxito de um negócio no setor químico também depende de uma gestão assertiva. O universo do entretenimento e do lazer é um bom exemplo de modelo de negócio, pois a experiência sensorial do cliente é facilmente detectada na prestação dos serviços e produtos.

Com esta premissa, a maior companhia de entretenimento do mundo e com seis parques temáticos, a Disney, foi o assunto da live do Conselho Regional de Química da 3ª Região (CRQ III).

Com o tema “Modelo Disney: Qualidade de Serviços e Insights para o Negócio”, a gerente de Atendimento Externo da BR Distribuidora, Érica Saião, iniciou a sua palestra apresentando a história de inovação da companhia, que, em 2023, completará 100 anos de existência. 

A moderação do evento ficou a cargo da engenheira química e membro da Câmara Técnica de Tecnologia, Inovação e Competitividade do CRQ III Melissa Perón Sousa. Ao apresentar o evento, a moderadora destacou que “a magia não é nada mais do que o reflexo da cultura de excelência em serviços, com foco na experiência do cliente”. 

Para Érica, a cadeia de excelência da multinacional está baseada em liderança, espírito de equipe, satisfação dos clientes, e por consequência, em resultados financeiros positivos. “A liderança tem um papel importante para que os valores da empresa (cortesia, foco no cliente e segurança) sejam transmitidos a cada interação”, garantiu a palestrante e autora do livro “Mais que um Parque: Aprendizados da Disney e seu Fundador para Você e sua Empresa”.

Na visão da especialista, as pessoas querem ser cuidadas e respeitadas. Os colaboradores, neste caso, os membros do elenco, ao serem cuidados pela empresa, retribuem e compartilham este sentimento com o público, com vontade e engajamento. “Isso cria um senso de pertencimento para os trabalhadores”, destacou.

Érica relatou que um modelo de negócio bem-sucedido tem como metas e objetivos o propósito compartilhado, o foco no cliente, atenção em detalhes nos serviços oferecidos e atitude proativa positiva dos colaboradores. “Você percebe isso como uma corrente positiva”, completou.  

Para a executiva, a inovação de uma companhia tem que ser contínua e baseada na tecnologia. Érica enfatizou que grande parte do sucesso de um negócio está centrado no cliente e sua experiência. “Não se pode ficar focado apenas no resultado, mas em cada uma das etapas na relação do cliente até a entrega do produto final”, disse.

Assista à live no canal do CRQ III no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=mgc4KhUnzec