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Química Solidária: em Alagoas, união com universidade beneficiará maior hospital do Estado  

O Conselho Regional de Química da 17ª Região (CRQ XVII), em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), se engajou na produção de álcool gel 70% para atender a comunidade alagoana em meio ao combate à Covid-19. A ação faz parte da campanha Química Solidária, do Sistema CFQ/CRQs.

Segundo a presidente do CRQ XVII, Maria de Fátima da Costa Lippo Acioli, a parceria com a UFAL é estratégica para o Estado porque a universidade é não somente a maior instituição de ensino alagoana, mas também a mantenedora do maior hospital público – o Hospital Universitário Professor Alberto Antunes.

A estrutura de produção foi organizada no Instituto de Química e Biotecnologia da UFAL. Além do álcool gel 70%, estão sendo produzidos álcool líquido e hipoclorito de sódio, entre outros insumos empregados na sanitização de ambientes e das pessoas. Além do Hospital Universitário, os produtos serão distribuídos para instituições de assistência social e à população em geral.

Ainda de acordo com o CRQ XVII, as atividades realizadas na UFAL estão devidamente legalizadas, com anotação da responsabilidade técnica de parte do conselho regional. Um destaque na ação em Alagoas é também a quantidade de parceiros e doadores envolvidos: 33 empresas e instituições.

Em 26 de março, a primeira entrega de produção ao Hospital Universitário foi realizada, menos de duas semanas depois que a mobilização teve início: 800 litros de álcool 70%.

A Química Solidária

A iniciativa do CRQ XVII integra a campanha Química Solidária, cujo objetivo é articular em todo país iniciativas para a produção do álcool gel com o apoio de instituições de ensino, empresas, associações e profissionais da área da Química.

O álcool gel é considerado fundamental para conter a propagação do vírus Sars-Cov-2.  Além de Alagoas, já há ações em curso nos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba e Mato Grosso, entre outros.

Vale destacar que a ação está sendo desenvolvida com o mínimo possível de profissionais, uma vez que a orientação do Ministério da Saúde – e outras autoridades – é para que as pessoas fiquem em casa para evitar a disseminação do coronavírus.