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Novo presidente do CRQ de Alagoas quer empresas e profissionais mais próximos

O Conselho Regional de Química da 17ª Região (CRQ XVII) tem novo comandante. Sucedendo Maria de Fátima da Costa Lippo Accioli, o CRQ do Estado de Alagoas terá Alberto Jorge da Mota Silveira como presidente. Em termos de perfil, o novo mandatário do CRQ XVII se notabiliza pela robusta experiência na iniciativa privada – aproximar as empresas do setor dos profissionais, especialmente aqueles recém-egressos dos bancos escolares e universitários, é o principal mote da gestão que se inicia.

 “É importante dialogar com o futuro profissional no início de sua jornada acadêmica. Com as empresas, assim que elas ingressam com registro no CRQ. Respeitando as proporções, entendo que devemos provocar a abertura do espaço para que nossos profissionais o ocupem. Nosso papel é não só fiscalizar, mas fiscalizar e aproximar o profissional do emprego”, afirma Mota Silveira.

O novo presidente é graduado em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem mestrado em Energia da Biomassa pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) além de Especializações em Gestão Ambiental e Engenharia Ambiental e Urbana. Desde os anos 80 com atuação na iniciativa privada, Mota Silveira possui um conhecimento amplo e variado da Química em diversos setores.

“Atuamos em área industrial e ambiental. Também participamos da criação de empresa para atender demandas do segmento de análises químicas, físico-químicas e microbiológicas para as áreas industrial e ambiental. Nesse processo, andamos nas diferentes áreas afins da Química”, afirma.

Para Mota Silveira, a expectativa para o CRQ XVII é fazer com que ele reproduza o peso do Estado de Alagoas para a economia nacional, com eficiência e agilidade. Ele defende ainda a informatização dos serviços como forma de deixar o Sistema CFQ/CRQs ainda mais próximo de empresas e profissionais.

“Precisamos estar próximo dos profissionais e empresas, através das ferramentas digitais disponíveis, permitindo maior visibilidade para o Conselho”, afirma.

Outra questão que inquieta o novo presidente é identificar setores econômicos que deveriam estar ligados ao CRQ – mas que não estão. Ele avalia que há oportunidade de crescimento, pois empresas, até por desconhecimento, não estão registradas em seu conselho corretamente ou se ligaram a outro, que não corresponde a sua atividade. Para tanto, Mota Silveira acredita no incremento da fiscalização.

Nesse sentido, afirma o presidente, será fundamental o apoio e a colaboração do Conselho Federal de Química.