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Negociação do CFQ com BB e Caixa rende economia de R$ 2,5 milhões para o Sistema

Após uma negociação que consumiu meses de tratativas, o Conselho Federal de Química (CFQ) assinou protocolo de intenções com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal para padronizar as tarifas cobradas do Sistema CFQ/CRQ na emissão e liquidação de boletos para pagamento das anuidades dos profissionais e empresas registrados nos seus respectivos Conselhos Regionais de Química.

Com o acordo, Banco do Brasil e Caixa aceitaram proposta que permitiu um deságio de 52% na gestão desses boletos. O protocolo de intenções terá validade de cinco anos e, no período, a estimativa (conservadora) é de que a economia gerada chegará aos R$ 2,5 milhões.

“Acredito que, com essa parceria, ganham todos: as instituições financeiras, os profissionais de química, as empresas e a sociedade. Mas, acima de tudo, ganha o Sistema CFQ/CRQ. Utilizamos a força de nossa presença no país, com mais de 230 mil profissionais inscritos, para fazer com que todos entendam que somos um órgão relevante para o Brasil e que merecemos condições compatíveis com nossa grandeza”, afirma o presidente do CFQ, José de Ribamar Oliveira Filho.

 

A iniciativa de buscar redução de custos financeiros junto aos bancos se deu pela constatação de que regionais de porte diferente poderiam ser penalizadas com cobranças maiores, trazendo prejuízos. O que o CFQ fez, então, foi conduzir a negociação como um bloco integrado pleiteando que as tarifas sejam as mesmas, independentemente do porte do CRQ – pleito acolhido pelas instituições financeiras.

Com o protocolo de intenções assinado e já em vigência, há a expectativa de outras parcerias com os bancos oficiais, sempre em busca de vantagens e benefícios para o Sistema, para as empresas registradas e para os profissionais da Química.