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Incentivo à fiscalização: CFQ assina convênio para apoiar ações do Conselho Regional da Paraíba

O Conselho Federal de Química (CFQ) firmou um convênio com o Conselho Regional de Química da 19ª Região (CRQ XIX – Paraíba) para o desenvolvimento de ações de fiscalização no Estado. O convênio, que tem duração prevista de um ano, inclui o repasse de R$ 135,8 mil.

Os recursos poderão ser usados pelo Conselho Regional em acordo com uma proposta de trabalho trazida pelo CRQ XIX em processo protocolado no ano passado. De acordo com a presidente do CRQ paraibano, Raquel Lima, o aporte financeiro proverá uma fiscalização mais intensa no Estado – em especial, nas localidades mais distantes da capital, João Pessoa, sede do Conselho.

“Esse convênio vem em excelente hora, pois nosso CRQ vem investindo fortemente na fiscalização. Agora, com o apoio do CFQ, teremos condições de ampliar nossa presença fiscalizando especialmente no interior da Paraíba e que, mesmo não sendo um Estado territorialmente grande, apresenta uma demanda de atuação em municípios que estão bastante distantes de João Pessoa”, afirma Raquel.

A presidente apresenta metas ousadas para a fiscalização em 2022. O CRQ XIX conta com dois fiscais para todo o Estado.

“Pretendemos atingir a meta de 500 empresas fiscalizadas ao longo do ano, está tudo discriminado em nossos planejamentos trimestral e anual. Excelente iniciativa do presidente do Conselho Federal de Química, José de Ribamar Oliveira Filho. Ele vem sendo sensível e tem ajudado muito os regionais menores”, completa.

O presidente do CFQ, por sua vez, saudou o convênio. Ele lembrou que a fiscalização é a atividade mais importante do Sistema CFQ/CRQs.

“A fiscalização é a atividade-fim do nosso Sistema, e ela é executada na ponta, pelos Conselhos Regionais. A integração é um mandamento para nós e somos todos responsáveis pelo sucesso de nossas ações. Dessa forma, muito me honra apoiar essas iniciativas visto que são elas que oferecem o contato mais próximo com os profissionais da Química, as empresas e a população”, afirma Oliveira Filho.